12 setembro 2016

Recife recebe o seminário Amplifica sobre tecnologias Google para a Educação

Team Amplifica. Imagem: divulgação.

No próximo sábado (17), das 8 às 18h, acontece no Recife, na Unidade Aflitos da ABA Global Education, mais uma edição do Seminário Amplifica. Sendo realizada pela primeira vez no nordeste a iniciativa é composta por uma série de atividades que têm o objetivo principal de apresentar a professores, gestores e profissionais ligados à educação como utilizar as ferramentas do Google para a concepção de experiências de ensino e aprendizagem mais inovadoras.

Na ocasião os participantes são convidados a refletir sobre novas possibilidades digitais para suas aulas dialogando diretamente com os Google Innovators que compõem a equipe do evento itinerante que já visitou cidades como São Paulo, Brasília e Porto Alegre. Os Google Innovators são educadores selecionados e certificados pelo Google que atuam para fomentar a cultura da inovação dentro da sala de aula, da escola e das organizações de ensino.

Liderado pelas educadoras e Google Innovators Carla Arena e Samara Brito, o Amplifica Recife traz para a programação pernambucana a plenária Como as Tecnologias do Google estão Ajudando as Escolas no Mundo que será ministrada por Rodrigo Vale, Gerente de Programas Senior do Google. Além da plenária compõe a programação uma série de workshops e experiências de imersão que vão estimular os professores a aprender na prática e a refletir sobre o uso de ferramentas como o Google Forms, o Google Keep, a Google Agenda e o famoso pacote de recursos Google Apps for Education.

Professora experimentando a ferramenta Google Cardbord em edição anterior do Amplifica. Imagem: divulgação.


Para completar o dia de imersão nas temáticas que envolvem tecnologia e educação os participantes poderão vivenciar durante o evento experiências de utilização de recursos como o Google Cardboard, uma plataforma de realidade virtual (VR) de baixo custo, feita com papelão, desenvolvida pelo Google para ser utilizada com smartphones.

"O (((( Amplifica )))) surgiu da vontade de trazermos para os educadores e entusiastas o que eles merecem e precisam, um seminário diferente, com uma pegada prática. É estender, ampliar conceitos, expandir ideias, levar para a escola, para a sala de aula", afirmam as organizadoras do evento. 

As inscrições para o Amplifica Recife podem ser realizadas de forma individual ou em grupo e estão abertas no link https://www.sympla.com.br/amplifica-recife__88497. A edição pernambucana conta com apoio da ABA Global Education, da Sala.org.br e da Pipa Comunicação. Estaremos por lá! Vem amplificar com a gente!

Serviço


Seminário Amplifica Recife [+info]
Dia: 17/09, Sábado
Horário: 8:00 às 18:00
Local: ABA Aflitos | Estacionamento disponível das 6:30 às 23:30 no Shopping ETC
Endereço: Av. Conselheiro Rosa e Silva, 1510 – Aflitos, Recife – PE, 52020-220
Mapa: https://goo.gl/maps/qv6JsjbqaFE2

31 agosto 2016

Tá no Facebook? Aproveita para aprender!


Sou escorpiana e, apesar de não acreditar muito que signos determinam a personalidade de uma pessoa, eu me divirto bastante com mapas astrais e com horóscopos de redes sociais. Reza a lenda que o escorpiano é chato e desconfiado e isso tem mesmo muito a ver comigo.

Por ser chata e desconfiada muita gente me atribui o rótulo de "negativa". Mas, quem me conhece de verdade, sabe que o que aprendi a fazer melhor na vida foi enxergar muito facilmente os problemas já planejando e propondo possíveis soluções. Isso tem a ver mais com Design Thinking do que com o fato de ser negativa. Na verdade, é justamente a busca pelos elementos positivos de um processo que faz com que os elementos negativos se sobressaiam.

Ok! Qualquer pessoa tem a liberdade para me achar chata, até porque eu mesma me acho. A questão é que, enquanto alguém tá me rotulando, eu tô em busca do que há de bom nos processos e nos ambientes. E é assim que eu consigo identificar um montão de coisas boas em espaços vistos com preconceito como, por exemplo, o Facebook.

Mas, Karla... É impossível aprender alguma coisa quando se passa o dia todo vendo bobagens no Facebook...

Aí é que está, meu caro amigo. Há muito mais do que bobagens no Facebook. Se a sua timeline só exibe bobagens tá na hora de você rever as suas configurações e o que você anda curtindo. A minha timeline é repleta de obras de arte, conteúdo sobre design, fotografia e educação. Conteúdo de qualidade produzido por equipes empenhadas em compartilhar diariamente informação de qualidade e, muitas vezes, promover a aprendizagem. E o melhor: em formatos modernos e acessíveis como pequenas animações ou pocket vídeos. Quando se segue uma página dessas sua timeline passa a exibir essas pílulas de conhecimento. É o que eu chamo de point-and-shoot da aprendizagem. Oportunidade que precisa ser aproveitada para quem passa grande parte do dia nessa rede, ou seja, eu, você e quase todo mundo. Já parou para pensar que talvez os adolescentes nem saibam da existência desses conteúdos? É nossa função indicar. Por isso estou aqui escrevendo esse post.

Eu sei que meu Facebook é uma bolha, o de toda pessoa é. O que penso é, se você tem consciência de que a rede se move dessa maneira, edite sua bolha de forma que ela seja produtiva para você. Mais uma vez é importante buscar o lado bom da coisa.


Ainda não tô convencido de que dá pra aprender no Facebook. Até dá pra saber como fazer uma receita de bolo ou uma cama pro meu gato, mas eu quero saber de Matemática, Inglês, Português...

Mais um engano caro amigo. Aliás, um não, dois! O primeiro é o de menosprezar conteúdos edificantes como aprender a cozinhar e a cultura do "faça você mesmo" que além de ser tendência estão entre os processos de aprendizagem mais eficientes que existem. Não sou eu que digo, é a Neurociência. O segundo engano está em não conhecer os trabalhos que muitas pessoas, inclusive professores, estão desenvolvendo no Facebook. São fanpages que postam diariamente pílulas de conteúdo que ajudam a esclarecer dúvidas e, muitas vezes, direcionam para links com verdadeiras aulas sobre vários assuntos.

Não acredita? Vou elencar as páginas que sigo. Clique na imagem para ir até cada fanpage.

Aprendendo Matemática no Facebook


Toda a Matemática Professor Ferretto é Mais Matemática


Aprendendo História no Facebook


Aventuras na História História Digital


Aprendendo Português no Facebook


DaLíngua Portuguesa Português

Aprendendo Inglês no Facebook


Inglês na Ponta da Língua Inglês Winner

Aprendendo sobre vários assuntos no Facebook


Ideias Incríveis Pense Ciência


Essas são apenas algumas das fanpages que escolhi seguir. Eu que sou alguém que já passou pelo processo torturante turbulento de estudar para o vestibular e que estou no Facebook com maior foco no trabalho. Imagine quantos outros espaços devem existir e como é simples de encontrar para quem está todo dia na rede como é o caso dos adolescentes e jovens. Cabe a nós estimular essa busca. Também é possível realizar esse mesmo movimento em outras redes como Snapchat e Instagram, mas esse é assunto para um novo post.

E vocês, aprendem algo a partir de alguma fanpage? Deixa a dica aqui nos comentários!

09 agosto 2016

O Prof-Lab está na final do Prêmio ARede Educa

Karla Vidal e Augusto Noronha, dois dos idealizadores do Prof-Lab.

Conheci o trabalho do grupo ARede através da revista de mesmo nome. Só depois de algum tempo percebi que se tratava de uma organização da sociedade civil de interesse público, simplificando, uma Oscip. A revista ARede era uma baita publicação repleta de textos entre reportagens e entrevistas sobre tecnologias para a educação. A melhor parte é que a publicação estava disponível na íntegra na web de forma gratuita. Não havia como não ler. Foi nessa revista que tive contato pela primeira vez com inúmeras questões relacionadas à aplicação de tecnologias nas práticas educativas.

Daí a revista virou o portal ARede Educa que, na minha humilde opinião, é um dos melhore canais sobre práticas inovadoras na educação que temos online atualmente. Assinei a newsletter e comecei a seguir o trabalho do grupo nas redes. O portal tornou-se uma das principais fontes de conteúdo que consulto e compartilho, além de ser importante divulgador das iniciativas com as quais trabalhamos como, por exemplo, a Série Professor Criativo. São esses elementos que me fazem considerar o ambiente online uma iniciativa viva que recebe e analisa os relatos dos trabalhos que vêm sendo desenvolvidos em todo o país ajudando a dar visibilidade para os projetos.

Ao receber a informação sobre o Prêmio ARedeEduca 2016 logo pensei que, assim como o portal, aquele poderia ser um importante espaço para apresentar o trabalho que vem sendo feito com o Prof-Lab, nosso programa de formações criativas para professores. Preparamos a documentação solicitada pelo edital e enviamos mesmo sabendo que um projeto independente e com menos de um ano de atividade talvez não tivesse condições de concorrer com iniciativas financiadas ou com mais tempo de estrada que nós. Hesitei, mas não desisti. Apostei na força de um projeto que mesmo com pouco tempo na rua já formou mais de 100 professores que toparam participar de forma espontânea, alguns até mesmo vindos de outras cidades e estados.

Minha aposta estava certa! Foi com muita alegria que na última semana recebemos a notícia de que o Prof-Lab era um dos cinco finalistas da categoria formação de professores na modalidade Sociedade Civil do Prêmio ARede Educa. Estávamos lá, a única iniciativa nordestina nessa modalidade, ao lado de outros quatro grandes projetos organizados por instituições nacionalmente reconhecidas como a Escola Mupi da Mupi; Educonexão do Instituto Embratel Claro; Letramento em Programação do Instituto Ayrton Senna; e Teca: instrumento para despertar o sabor pelo conhecimento do Instituto Educadores sem Fronteiras.


É tanto projeto bom que a gente só tem como ficar feliz com o fato de estar entre eles. O sentimento é como o de uma criança que chega de férias na casa dos tios que admira: uma festa. Que vitória! Que tempo bom!

Os três vencedores de cada categoria serão anunciados em outubro. Independente do resultado nós já estamos saltitantes a comemorar porque não é todo dia que o seu projeto é escolhido entre 220 outros. Agora temos cada vez mais a certeza de que estamos trilhando o caminho certo. A vitória já chegou. Somos todos primeiros lugares quando o assunto é transformar a educação. Nossos mais sinceros agradecimentos ao grupo ARede pela iniciativa de premiar propostas em educação e à comissão julgadora por ter nos dito que o Prof-Lab é importante e que o impacto social com que tanto sonhamos está acontecendo de verdade.

Lembrando que o Prof-Lab é um programa independente de formações criativas para professores e profissionais ligados à educação. O objetivo é capacitar para transformar as práticas pedagógicas, aplicando design, tecnologia e criatividade numa experiência de aprendizagem inovadora também para o professor. São 4 encontros ministrados pelos educadores do Estúdio Abble que promove a ação junto à Pipa Comunicação e à ABA Global Education.

Confira a lista completa dos finalistas de cada categoria do Prêmio no portal ARede Educa:  http://www.arede.inf.br/premio2016
 

25 junho 2016

A tradição dos Bacamarteiros de Caruaru

Bacamarteiros representados em barro. Foto: +Karla Vidal 

24 de junho é dia de São João, o principal feriado das festas juninas. O que talvez você não saiba é que nessa mesma data é comemorado o Dia do Bacamarteiro. Em Caruaru tanto o santo como os atiradores têm espaço garantido na festa junina considerada uma das maiores do mundo.

O bacamarte é uma arma de fogo que foi utilizada na Guerra do Paraguai. Esses tipos de "espingarda" foram modificadas ao longo dos anos para serem incorporadas às festas juninas como uma forma de homenagem aos santos padroeiros. Os bacamarteiros atiram contra o chão uma carga de pólvora seca que faz um barulho parecido com fogos de artifício daqueles bem fortes. Há registros de bacamarteiros que usam até hoje os mesmos bacamartes que foram utilizados na guerra também conhecida como Guerra da Tríplice Aliança.

Bacamartes. Foto: +Karla Vidal 

Além do tiro os grupos realizam desfiles e pequenas coreografias geralmente animadas por um bom forró tocado por eles mesmos. Além dos atiradores em cada grupo sempre há tocadores, porta-estandartes e porta-bandeiras.

Em Caruaru os grupos de bacamarteiros se reúnem em algum bairro próximo ao centro, em 2016 foi no bairro do Cedro, e seguem marchando até a estação ferroviária, um dos polos de animação dos festejos juninos. Esses grupos são chamados de batalhões e compostos por integrantes de cidades vizinhas, distritos e regiões da zona rural de Caruaru. A identificação de cada batalhão é estampada no típico lenço vermelho que cada integrante carrega em volta do pescoço. A indumentária caraterística é composta pelo uniforme militar na cor azul feito com o tecido zuarte, pelo lenço vermelho no pescoço, sandálias de couro e chapéu de palha, esse último sempre com uma flor na lateral. Não sei ao certo o significado, mas já li algo sobre a flor ter sido utilizada na guerra como identificação do baltalhão, quando faltava o lenço.

Por herança da tradição militar, nos grupos há sargentos e comandantes que se diferenciam dos demais por detalhes na roupa como chapéus de couro, quepes, estrelas e medalhas. O legal é que, mesmo sendo originário de um ambiente tradicionalmente masculino, os batalhões sempre possuem integrantes mulheres. Eu não sei dizer se a participação de mulheres acontece desde o início das apresentações dos grupos, o que data da década de 1890, mas só o fato de haver mulheres desde a minha infância já é algo que considero sensacional.

Bacamarteira do batalhão da cidade de Altinho. Foto: +Karla Vidal 

Os grupos não parecem seguir muitas regras durante a apresentação além da organização em filas. São essas filas que orientam tanto os tiros como coreografias que são sempre muito simples. Os bacamarteiros marcham em uma espécie de xaxado arrastando as sandálias no chão. Há sempre um sanfoneiro, um zabumbeiro e um triangleiro que puxam o forró durante as apresentações. Não são músicos profissionais e sim humildes tocadores. Isso deixa a apresentação ainda mais peculiar e, na minha opinião, muito mais emocionante. O grupo sempre interage com o público através de saudações: erguer o bacamarte horizontalmente com as duas mãos e acenar com os chapéus são duas saudações muito utilizadas.

Em 2016 dados da Prefeituar de Caruaru informam que 32 batalhões desfilaram no dia 24 de junho pelas ruas da cidade. Aproximadamente mil bacamarteiros e bacamarteiras mantiveram a tradição de mais de 120 anos quase da mesma forma como começou. A principal diferença é que hoje em dia eles estão conectados fazendo selfie e se comunicando com o mundo o tempo todo. Muito justo!

Bacamarteiros reunidos na polo das quadrilhas em Caruaru. Foto: +Augusto Noronha.

É bonito de ver! Eu agradeço a oportunidade de viver essa experiência a cada ano, inclusive a possibilidade de trocar um dedinho de prosa com os bacamarteiros mais velhos que são excelentes contadores de causos.

A seguir algumas imagens do Desfile de Bacamarteiros de Caruaru.


Foto: +Augusto Noronha 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 




05 junho 2016

Quadrinize sua experiência: três ferramentas para produzir história em quadrinhos


Eu faço parte daquela geração que deixava de lanchar na escola para investir o dinheiro do lanche nos gibis da Turma da Mônica. Também li muitos outros quadrinhos, de Drácula a X-Men. Sim! Sou eclética. Esses últimos eu lia por indicação dos meus irmãos mais velhos que até hoje consomem HQs. Mas, foram os quadrinhos da Turma da Mônica que fizeram com que eu pudesse ter contato pela primeira vez com inúmeras questões da vida.

O universo dos quadrinhos é gigante e poderoso. Através deles podemos abrir espaço para múltiplas abordagens que nos levam a aprender através da leitura e da imersão. Ok! Falando assim parece ser a mesma coisa dos livros da escola, mas não é. A diferença das HQs está na linguagem que é milhões de vezes mais divertida. E não se trata apenas do fato de haver imagens. Toda a estrutura das histórias em quadrinhos é envolvente porque a narrativa é acessível, na maioria das vezes curta e simples. Muito diferente dos livros escolares que são longos e possuem uma linguagem mais "dura". Mesmo que se tente trabalhar uma linguagem mais descolada, ela às vezes nos soa como fake ou forçada nos livros didáticos.

Na minha opinião a magia dos quadrinhos é justamente fazer o escritor sair do seu lugar. Nos quadrinhos ele pode ser quantos personagens quiser, em diferentes lugares, com diferentes linguagens e formas de pensar. E isso amplia a capacidade de criar. Não é à toa que em diversos processos de planejamento de estratégias a história em quadrinhos está lá presente para facilitar as coisas. Storyboards, que nada mais são do que HQs em estilo rascunho, estão presentes no planejamento de jogos, filmes, teatro, eventos e mesmo em planos de aula, por quê não?

Na web há diversas ferramentas que auxiliam a produção de HQs. Esses recursos podem ser muito úteis tanto para o professor que deseja envolver seus alunos em uma experiência de aprendizagem como para os alunos na elaboração dos seus projetos dentro ou fora da escola. A seguir deixo a indicação de três boas ferramentas que já testei e por isso mesmo indico sem medo.

App PicSay 


Selfie by +Karla Vidal. Clique para ampliar.

O aplicativo PicSay é leve, rápido e simples. A versão lite é gratuita e existe uma opção pro que custa R$ 3,99. Ele permite que você adicione balões de fala, stickers e diferentes formas geométricas sobre qualquer imagem presente na biblioteca do seu celular. É muito utilizado para decorar fotografias e selfies, mas é também uma poderosa ferramenta para estimular a produção de uma HQ, desenvolvendo quadro a quadro, ou até mesmo uma fotonovela. Por ser extremamente simples é um dos apps que mais estimula a criatividade, como no exemplo acima feito a partir de um selfie rápido. Disponível para Android. Quem usa iPhone pode testar o PicsArt Photo Studio que é um editor de imagem bem mais robusto e que também faz a mesma coisa.

Toondoo


Tirinha by +Karla Vidal. Clique para ampliar.

O Toondoo já é bem mais elaborado. Disponível em versão para desktop, para utiliza-lo é necessário criar uma conta, realizar login e ir até o menu Tools na opção Toondoo Maker. Nele dá pra escolher o layout da página, os tipos de personagens, suas emoções, balões de fala e diversos outros elementos gráficos. No exemplo acima brinquei com a cultura dos seriados, mas você e seus alunos podem brincar com situações históricas, com física, linguagem ou qualquer outro tipo de assunto. Ao final é possível salvar a imagem, imprimir e compartilhar nas redes. Dica: atualize o player do Flash do seu navegador para não se irritar com travamentos. Funciona melhor no navegador Chrome.

StoryboardtThat

Tirinha by +Karla Vidal. Clique para ampliar.

O StoryboardtThat tem um visual menos atrativo e algumas restrições na posição dos personagens, mas também é um bom recurso para produção de tirinhas e páginas completas. Os personagens estão sempre virados para o leitor o que dificulta pensar a interação entre eles no quadro.

Nessa ferramenta há opções para layout da página, balões de fala, planos de fundo e outros recursos. O legal é que os personagens e planos de fundo estão separados por períodos históricos. Há, por exemplo, personagens da era medieval, da mitologia grega, da era clássica e muitos outros. A conta gratuita permite criar dois storyboards por semana, um dado importante para o planejamento semanal das atividades.

De forma gratuita é possível imprimir, fazer um slideshow online ou compartilhar nas redes. Para salvar a história produzida em um arquivo como PNG e Powerpoint será adicionada uma marca d'água bem exagerada que atrapalha a leitura dos quadrinhos. A dica que dou é escolher a opção para imprimir sua história e nas opções de impressão tentar gerar um PDF. Assim você terá sua página gratuita sem marcas d'água. Funciona melhor no navegador Chrome. Também é possível usar a função "salvar imagem como", no menu de contexto (botão direito do mouse), para salvar um arquivo de imagem sem marca d'água em seu computador.

Espero que as dicas tenham sido úteis. Até a próxima!